Tag: rentabilidade

RevPAR – (Revenue per Available Room) -receita por apartamento disponível

Engraçado, (receita por apartamento disponível)? Bem então deixa disponível já que ele gera receita!

Na verdade, é uma métrica, muito fraca, e como tal requer muito cuidado e para a Hotelaria ela não é de forma alguma a mais indicada, afinal ela preconiza receita por apartamento disponível, porém é uma métrica e pode ser usada. Já se falarmos de condo hotéis ela é necessária temos que dar satisfação aos investidores e esta métrica pode ser usada. Mas por falar em RevPAR qual a de sua preferência:Read more

Hotel Tech BRASIL

OS LINKS DE ACESSO   https://drive.google.com/file/d/1-PWJigF22_Z5mNhh4gta_soaZiyf2r-p/view?usp=sharing

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Airbnb ou um bicho de 7 cabeças?

Temos Novamente a ABIH e seus associados se lamentando em vez de agirem e consertar o que está necessitando de conserto.

Parecem não ter compreendido ou pior não querer compreender o que é e como a Airbnb se instalou, queiram ou não foi a “Falta de Hotelaria”, mas permitam-me lembrar, o Brasil não foi o primeiro País do Mundo a ter Airbnb, e se formos falar só de Portugal, onde cada “municipio” regulamentou a sua – estão nascendo até 2019 mais 115 Hotéis, que estarão funcionando.  Aqui a ausência de profissionalismo que instalou e dá força à AIRBnB, não vou me alongar pois o meu sócio e AMIGO escreveu um artigo onde explica clara e didaticamente o sucesso do site de oferta de pernoites ou mesmo aluguel de temporada. Leia a matéria toda e assuma a sua parte.

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Gerenciando Relacionamentos e o CRM

Na hotelaria precisamos de Hóspedes, estes tornar-se-ão fiéis, cliente tende a nos trocar o que de forma alguma é interessante. Hoje a tecnologia nos ajuda muito nisso com os CRMs (Customer Relationship Management,) ou Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente, em português.

Antes destes Softwers, nós tínhamos fichas manuscritas, e acreditem funcionavam extraordinariamente bem, porém, tal como os softers eles só funcionam se: 1ª forem alimentados ou estiverem integrados de forma correta, o que ainda assim não dispensa a intervenção humana.

2º se houver colaboradores capacitados para usarem as informações e souberem como fazê-lo.

Caso contrário, não funcionam, ou seja, a tecnologia ajuda e muito, porém não substitui.

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A Expansão Hoteleira, Goiânia!!!

Três anos e meio antes da copa do mundo, eu li uma postagem feita pela presidente da ABIH de MG onde esta autora dizia que havia em faze inicial de projeto 30 novos empreendimentos hoteleiros, era nítida a preocupação desta Senhora pois ela tinha noção de que seriam mais trinta elefantes brancos se o Governo não investisse o que prometeu em determinados centros de convenções e havia ainda uns outros investimentos que eram a nível municipal.

Atrevi-me a colocar que aqueles empreendimentos e a maioria do parque hoteleiro local estava fadada ao fracasso, e para não falar só da parte negativa disse o que deveria ser feito para que tudo fosse bom para todos. Fizeram os 30 Hotéis, afinal o que alguém com 43 Anos de Gestão hoteleira em 3 continentes do Mundo com vivência em gestão de Hotéis de 150 a 1500 UHS pode entender de mercados? Assim eles não só acabaram com a hotelaria como levaram a área imobiliária de escritórios para o mais baixo patamar de mercado, quando eram a melhor cidade para se investir em prédios de escritório no País, em suma são uns gênios.

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Administração, Planejamento e execução

Na Hotelaria e isso não deve ser muito diferente em qualquer empresa com uma boa administração uma vez por ano é feito o Planejamento Orçamentário Anual que traz consigo definição de metas numéricas. No caso da Áquia Administradora, e o mesmo recomendamos aos consultados da Águia Consultoria, isto é feito o mais tardar até outubro com vista ao exercício seguinte, porém um planejamento completo precisa nos mostrar muito mais. Ele é uma demonstração do auto-conhecimento da empresa, suas áreas com todos os pontos baseados no “SWOT” (Sigla em inglês), sua hierarquia e as atribuições de cada uma delas. Não precisamos lembrar que não é uma tarefa para uma ou duas reuniões, primeiro porque é um processo que deve ser feito por cada Gestor de setor, e depois aí sim revisada pelo Gerente geral no caso de uma só unidade. A partir daqui já deixamos bem claras metas e responsabilidades de cada um.

Este estudo não pode de forma alguma esquecer o mercado, e aqui falamos de todo ele, fornecedores diretos e indiretos seus perfis comportamentais e não vamos esquecer o cliente que no caso da hotelaria o bom é que possamos falar em Senhor Hóspede, são eles que nos dão razão de existir, o cliente ele vai e volta ou não, o hóspede é fiel.

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Revenue Management (alguns cuidados)

Estou no jogo de Revenue Management (gestão de receitas) de hotel há mais de 3,5 décadas. E mesmo com toda essa bagagem ainda me espanto quando percebo que a maioria dos hotéis não explora devidamente todo o seu potencial. Resolvi colaborar e deixar aqui uma pequena discrição dos erros comuns feitos no gerenciamento de receita em hotéis, resorts e similares.

Infelizmente, um erro inicialmente poderíamos chamar de pequeno pode e a maioria das vezes vai afetar seus resultados e influenciar diretamente outros departamentos e isso será negativo quando erramos. Você poderia facilmente sofrer KPIs (indicativos) pouco confiáveis em relação ao desempenho de mercado para cima ou para baixo e isso altera todo o seu resultado já que a base da informação veio errada.

Aqui estão vários erros que detectamos nos hotéis, atente para eles e evite perder potencial de receita e principalmente de rentabilidade em seu empreendimento:


TEMPO é Dinheiro (NÃO o IGNORE)

É absolutamente necessário compreender sua janela típica de reserva no segmento alvo sempre que lançar uma oferta. Ao não entender isso a possibilidade de falha é alta e não ajudará a produzir os resultados desejados e pode ser a causa de um completo fracasso numa campanha promocional. Faltar nas janelas de reserva de chaves, mesmo por um dia, é um erro catastrófico e pode ser evitado hoje já há softers que maximizam esse aproveitando, mas muito antes da existência deles um sistema de planilhas de Excel resolvia muito bem esse tipo de problema desde que tivessem alimentadas (os softers tb precisam ser) com todos os dados que nos ajudem a decidir sobre o bom e rentável Gerenciamento de receitas.

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Restaurantes e as margens de lucro

É lamentável o despreparo como que nos deparamos, e é este que nos leva aos alertas como - Cuidado se não sabe para onde quer ir, é muito possível que não chegue a lugar nenhum.Como em tudo na vida quando você não sabe aonde quer chegar, a qualquer lugar que chegue estará bem. O problema neste tipo de enfoque é que o risco de não se chegar a lugar nenhum é o maior, e também não importa já que não sabia para onde estava indo.

É académico, o lucro de um restaurante deve ser de 33,33%, os verdadeiros “restauranteurs”, abrem restaurantes e se em no máximo quatro meses não atingirem esses números passam a casa para frente, vendem.

É claro que as colocações no artigo “Qual é a margem de lucro ideal para o seu negócio” têm que ser levadas em conta quando:
1 – Os primeiros tempos de operação podem não dar tudo isso, natural.
2 – Quando se inicia a empresa sem capital próprio e tudo o que entra é para pagar financiamentos, mas é conveniente entender que o valor destinado a pagar empréstimos provém de lucro senão não seria possível pagar.

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2018 sem mistérios ou especulações

Para 2018 – Qualifique-se

Encontrei um artigo sobre o qual já fiz uma postagem haja vista que a revista que o publicou desta vez faz menção ao original, e me chamou mais uma vez a atenção inicialmente o título “cinco previsões para a hotelaria em 2018” a primeira coisa que me chama a atenção é: só 5? Mas já que foram cinco vamos falar nelas na ordem em que foram colocadas, a primeira é:

# “As diárias no Brasil vão subir em algumas cidades.”

Aos nossos consultados fica o alerta, todas as diárias até aquelas nas cidades com maiores dificuldades de mercado podem subir, e deverão, porém, não se esqueça de lhes agregar valor principalmente com ações que o seu cliente estivesse esperando ou que o possam surpreender positivamente, senão ele vai dizer “Aqui a única coisa que mudou foi o preço” e isso não será positivo e vai dar um resultado contraproducente, cuidado.

A segunda colocação brada aos céus:

# “Controlar os custos de distribuição é cada vez mais possível”

O que é que é isso? sempre foi possível controlar os custos, todos eles e qualquer um, tudo o que se paga é mensurável, pessoalmente faço isso há 43 anos e com precisão suficiente (matemática é uma ciência exata) para poder gritar aos 7 ventos, “Não há hotéis que não deem lucro há hotéis mal administrados.” Ou dirigidos por quem não sabe fazer contas o que dá no mesmo.   Não tem como ter certeza que um empreendimento vai dar lucro se não puder determinar custos todos e os mais detalhados.

Nesta parte eu vou postar uma planilha manuscrita que tem mais de 35 anos e todos os que participaram de nossos cursos já a viram, então

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Modernismos #Sóquenão…

Li um destes dias uma postagem no linkedin sobre um Grande profissional que muito respeito e de quem sou Amigo.

No título vinha: “Com gestão inovadora…” fui ler afinal é assim que se estuda e estudando que se aprende e foi bom, porque sabendo do que se trata posso criar e fundamentar meu título.

Aos 14, quase 15 anos eu já andava dentro de hotel, claro que em hotelaria séria com esta idade contato com o senhor Hóspede nem pensar, mas sempre há uma vassoura um rodo um tambor a ser lavado e para um dia você dirigir tem que saber fazer, é muito mais fácil começar por baixo quando se é mais novo, e assim aconteceu comigo.

Mas vamos lá há tal “gestão Inovadora” para mim ela data de 1870/talvez 1877 – (Sim eu não me enganei, disse mil oitocentos e setenta e sete) Cezar Ritz o Rei dos Hoteleiros ou como o chamavam o Hoteleiro dos reis assumiu suas primeiras gerências por volta de 1877. – E ele fez e sempre difundiu aquilo a que hoje alguém aparece chamando de “gestão inovadora” permitam-me lembrar, se a gestão não atender os desejos – TODOS os desejos do senhor Hóspede e exceder em suas expetativas está fadada ao fracasso, aí vêm as crises. Porque o Di Capri passou pela crise “por cima” conheço outros, mas não estou autorizado a usar os nomes, O que eles fazem é SÓ ISSO “Gestão Inovadora” Há!! Por favor eles fazem gestão hoteleira secular e os que não aprenderem a voltar no tempo sem deixar de usar as modernas tecnologias vão fechar ou passar para as mãos de quem sabe fazer isso.Read more