POR QUE CONSULTORIA (DE VERDADE) CONTINUA SENDO UMA DAS MELHORES DECISÕES DE GESTÃO EM 2026

Temos, no nosso mercado, excelentes consultores: gente competente, ética, com ampla vivência e “quilometragem” real de operação. Profissionais que enfrentaram mercados com todas as suas nuances, sentiram a pressão do caixa, do hóspede, da equipe e do proprietário — e, justamente por isso, hoje ajudam empreendedores e gestores a entrarem (ou permanecerem) no jogo com consciência.
E faço questão de dizer: consultoria séria não nasce de palco, nasce de chão de operação.
Sem falsa modéstia, faço parte desse grupo que veio da prática e continua atuando profissionalmente.
O objetivo deste texto é simples: mostrar por que consultoria bem-feita continua sendo um dos investimentos mais inteligentes para quem quer rentabilidade, previsibilidade e padrão — especialmente em hotelaria e Alimentos & Bebidas, onde o detalhe vira lucro ou vira prejuízo.


É impossível falar de excelência em hospitalidade sem tratar do principal ativo de um hotel: a mão de obra. Ainda assim, o setor insiste em manter políticas frágeis de contratação, salários abaixo do ideal e uma cultura de promoções apressadas — como bem aponta o artigo publicado no portal UAI, e que precisa ser lido e discutido seriamente.
No universo da gestão hoteleira, onde cada quarto vazio representa uma oportunidade perdida às vezes porque é assim mesmo, outras porque a falta de informação nos levou a isso a taxa de ocupação é meticulosamente planejada, o Revenue Management emerge como uma ferramenta poderosa capaz de desvendar as possibilidades de rentabilidade ocultas nas nuances do mercado, ele é o melhor dos parceiros, mas não admite desperdiçar nenhuma informação, todas têm sua importância e devem ser analisadas cada uma por si e o conjunto. Como um regente soberano na sinfonia financeira, esse conceito revoluciona a forma como os hotéis maximizam sua receita, equilibrando oferta e demanda com maestria.
Nem sempre reduzir é o que a palavra diz, muitas vezes o que se toma como redução não é, e quando poderia ser tem efeito contraproducente. Vamos ver o quanto se deve cortar e o quanto deverá ser diluído, esta é a prática que dá lucro. Diluir
Dividendos, altos caixas para Estados e Munícipios, falência de empresas, desespero para pessoas em que pese isso seja feito por encomenda por alguns Governadores mal intencionados e bem pagos, porém está mais que na hora de a população entender o tamanho da cilada que causou tudo isso ou a finalidade para a qual esta “panlhaçada” foi realmente criada. O Estado se São Paulo é uma situação à parte, pois ele é governado por um garoto propaganda sem qualquer escrúpulo e que tem por fim entrega-lo ao melhor preço possível para uma já super potência isso só não vê que não quer. E para não haver dúvida de que os Brasileiros foram e continuam sendo enganados (os outros também sofreram com isso mas o Brasil pela falta de instrução e cultura e pela sua pujança era o alvo) os maus caráteres ajudaram vejamos:
Escrevi um destes dias uma postagem sobe 

