Revenue Management: a disciplina que nasceu para gerar rentabilidade — não apenas receita
Há certas ideias na hotelaria que parecem óbvias hoje, mas só parecem óbvias porque alguém as formulou primeiro, testou, errou, corrigiu e provou que funcionavam. Revenue Management é uma dessas ideias.
Hoje qualquer conversa sobre estratégia hoteleira menciona conceitos como RevPAR, ADR, Forecast, pricing dinâmico, segmentação de demanda ou canais de distribuição. Mas houve um tempo em que a hotelaria operava com uma lógica muito mais simples: vender quartos, perseguir ocupação e celebrar receita bruta.
O problema é que receita bruta nunca contou a história completa.
Foi exatamente para resolver essa distorção que nasceu o Revenue Management moderno.
A disciplina surgiu originalmente na aviação comercial, onde o problema econômico era claro: o assento vazio de hoje nunca poderia ser vendido amanhã. A capacidade era fixa, a demanda era incerta e os clientes tinham disposições a pagar completamente diferentes.
Quando essa lógica foi trazida para a hotelaria, o produto mudou — de assento para quarto —, mas a natureza do desafio continuou exatamente a mesma: como transformar capacidade perecível em valor econômico máximo.



É impossível falar de excelência em hospitalidade sem tratar do principal ativo de um hotel: a mão de obra. Ainda assim, o setor insiste em manter políticas frágeis de contratação, salários abaixo do ideal e uma cultura de promoções apressadas — como bem aponta o artigo publicado no portal UAI, e que precisa ser lido e discutido seriamente.
No universo da gestão hoteleira, onde cada quarto vazio representa uma oportunidade perdida às vezes porque é assim mesmo, outras porque a falta de informação nos levou a isso a taxa de ocupação é meticulosamente planejada, o Revenue Management emerge como uma ferramenta poderosa capaz de desvendar as possibilidades de rentabilidade ocultas nas nuances do mercado, ele é o melhor dos parceiros, mas não admite desperdiçar nenhuma informação, todas têm sua importância e devem ser analisadas cada uma por si e o conjunto. Como um regente soberano na sinfonia financeira, esse conceito revoluciona a forma como os hotéis maximizam sua receita, equilibrando oferta e demanda com maestria.
Nem sempre reduzir é o que a palavra diz, muitas vezes o que se toma como redução não é, e quando poderia ser tem efeito contraproducente. Vamos ver o quanto se deve cortar e o quanto deverá ser diluído, esta é a prática que dá lucro. Diluir
Dividendos, altos caixas para Estados e Munícipios, falência de empresas, desespero para pessoas em que pese isso seja feito por encomenda por alguns Governadores mal intencionados e bem pagos, porém está mais que na hora de a população entender o tamanho da cilada que causou tudo isso ou a finalidade para a qual esta “panlhaçada” foi realmente criada. O Estado se São Paulo é uma situação à parte, pois ele é governado por um garoto propaganda sem qualquer escrúpulo e que tem por fim entrega-lo ao melhor preço possível para uma já super potência isso só não vê que não quer. E para não haver dúvida de que os Brasileiros foram e continuam sendo enganados (os outros também sofreram com isso mas o Brasil pela falta de instrução e cultura e pela sua pujança era o alvo) os maus caráteres ajudaram vejamos:
Escrevi um destes dias uma postagem sobe 
