Revenue Management: a disciplina que nasceu para gerar rentabilidade — não apenas receita
Há certas ideias na hotelaria que parecem óbvias hoje, mas só parecem óbvias porque alguém as formulou primeiro, testou, errou, corrigiu e provou que funcionavam. Revenue Management é uma dessas ideias.
Hoje qualquer conversa sobre estratégia hoteleira menciona conceitos como RevPAR, ADR, Forecast, pricing dinâmico, segmentação de demanda ou canais de distribuição. Mas houve um tempo em que a hotelaria operava com uma lógica muito mais simples: vender quartos, perseguir ocupação e celebrar receita bruta.
O problema é que receita bruta nunca contou a história completa.
Foi exatamente para resolver essa distorção que nasceu o Revenue Management moderno.
A disciplina surgiu originalmente na aviação comercial, onde o problema econômico era claro: o assento vazio de hoje nunca poderia ser vendido amanhã. A capacidade era fixa, a demanda era incerta e os clientes tinham disposições a pagar completamente diferentes.
Quando essa lógica foi trazida para a hotelaria, o produto mudou — de assento para quarto —, mas a natureza do desafio continuou exatamente a mesma: como transformar capacidade perecível em valor econômico máximo.



A multipropriedade e o Timesharing são modelos imobiliários que ganham espaço no setor turístico e hoteleiro, cada um com características próprias e implicações legais específicas.
Não acham que isso não deveria ser um assunto aleatório, é o preço que eu quero de acordo com o meu movimento, engraçado, é verdade mas isso precisa estar fundamentado, então não pode ser feito por um gestor de canais, ele precisa ser feito automaticamente do PMS isso sim deve seguir alguns parâmetros, para o gestor de canais e não como é feito hoje pelos ditos especialistas em RM, vamos entender desde já que a flutuação de preços é a última ponta do RM e que RM ou Revenue Management é uma ciência econômica de gestão. Vou tentar seguir o ditado Chinês que diz “uma imagem vale mais que 1000 palavras, e vou usar um Hotel com 113 UHS que é uma planilha que já tenho feita.
Esta imagem é uma delícia e a mim que tenho muitos anos de carreira e sempre soube que o que sustenta a hotelaria e turismo é atendimento e serviço, esta abençoada imagem me faz lembrar de um monte de histórias que demonstram o quanto ela está MUITO ERRADA.
Eu sou um eterno repetidor de frases como: “O fracassado nunca se preocupou com o seu fracasso, ele se preocupa em encontrar um culpado”.
Trata-se de uma mudança de paradigma, demanda a reconfiguração na estratégia da organização que precisa ficar e permanecer FOCADA na experiência do cliente, de forma a provocar melhorias no rendimento do negócio de ambos. Existem três principais sabotadores de mudanças voltadas a uma cultura centrada no cliente: eles são alvo da atenção da EMPRESA?

