Tag: Administração

As inovações que complicam e não levam a nada…

… ou será que levam, normalmente a demissões de pessoas que têm ou teriam um grande potencial, mas quando o contratante ouviu o galo cantar e não sabe de onde as coisas ficam, eu diria ridículas.

Vi no Linkedin um anuncio, que recortei sem identificar a origem, mas publico a seguir:

Bem esse é mais um “Cargo inovador” fui gerente geral de Hotel mais de 20 anos e nunca abri mão dessa análise, isso porque eu sempre recebi sobre resultados, mas colocam um bom coordenador de reservas ou o bom recepcionista nesta função e o que vai acontecer? – nada porque uma empresa que procura este tipo de cargo não sabe onde quer chegar.

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Modernismos #Sóquenão…

Li um destes dias uma postagem no linkedin sobre um Grande profissional que muito respeito e de quem sou Amigo.

No título vinha: “Com gestão inovadora…” fui ler afinal é assim que se estuda e estudando que se aprende e foi bom, porque sabendo do que se trata posso criar e fundamentar meu título.

Aos 14, quase 15 anos eu já andava dentro de hotel, claro que em hotelaria séria com esta idade contato com o senhor Hóspede nem pensar, mas sempre há uma vassoura um rodo um tambor a ser lavado e para um dia você dirigir tem que saber fazer, é muito mais fácil começar por baixo quando se é mais novo, e assim aconteceu comigo.

Mas vamos lá há tal “gestão Inovadora” para mim ela data de 1870/talvez 1877 – (Sim eu não me enganei, disse mil oitocentos e setenta e sete) Cezar Ritz o Rei dos Hoteleiros ou como o chamavam o Hoteleiro dos reis assumiu suas primeiras gerências por volta de 1877. – E ele fez e sempre difundiu aquilo a que hoje alguém aparece chamando de “gestão inovadora” permitam-me lembrar, se a gestão não atender os desejos – TODOS os desejos do senhor Hóspede e exceder em suas expetativas está fadada ao fracasso, aí vêm as crises. Porque o Di Capri passou pela crise “por cima” conheço outros, mas não estou autorizado a usar os nomes, O que eles fazem é SÓ ISSO “Gestão Inovadora” Há!! Por favor eles fazem gestão hoteleira secular e os que não aprenderem a voltar no tempo sem deixar de usar as modernas tecnologias vão fechar ou passar para as mãos de quem sabe fazer isso.Read more

Fichas Técnicas, mas vamos embasar

O Artigo no Infood não podia deixar de chamar minha atenção e pessoalmente gostei do que pude ver do conhecimento da autora. Claro que é um pouco diferente de 40 Anos de gestão na área quando você não só conhece todas essas teorias e alguns modernismos, mas sabe exatamente o que é e onde colocar cada uma das coisas, leiam o artigo

http://infood.com.br/a-ficha-tecnica-e-essencial-para-se-alcancar-a-lucratividade/

… e só depois meu comentário.

Parabéns Karina, na verdade estou diante da melhor explanação sobre ficha técnica que já vi, posso entender que há ali uma certa confusão digamos “galhardamente” uma “mistureba”, porém é muito interessante o como tudo está colocado.

Vou usar a nomenclatura de doutorandos em faculdades de Gastronomia Francesas e mesmo Portuguesas sobre essa mistura que eu repito está Ótima pelo menos em literatura Brasileira nunca vi nada tão coerente.

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Gestão de restaurantes e hoteleira – parte IV

Conversava um destes dias com alguns Restaurateurs ligados à chamada “alta gastronomia” comentavam estar sempre em busca dos melhores produtos e fornecedores, no entanto, os volumes de suas compras não são feitos em grande escala, o que representa uma diminuição na vantagem de conquistar melhores preços e condições, resultando em índices de custo mais altos. Isto é efetivamente um “problema” e eles me perguntaram: Qual seria, em sua opinião, a solução mais viável para minimizar estes custos?

É simples, mas as pessoas precisam entender que foram feitas para viver em sociedade e é muito mais lucrativo ter parceiros que concorrente então sugeri o óbvio, o cooperativismo, mas, empresários brasileiros de uma forma geral, não aceitam essa sugestão nestes casos. Mesmo assim me perguntaram se eu já havia feito isso com algum sucesso e como seria, sugeri com base em dados que tinha pesquisado recentemente.

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Gestão de restaurantes e hoteleira – parte III

O Revenue Management necessita de algum tipo de sistema para implantá-lo? Essa pergunta é muito comum e a resposta está na imagem:

Como diz um amigo meu: “muita calma nessa hora”. Há mais de 40 anos quando eu comecei o sistema era o da imagem acima, ele tem com toda a certeza mais de 35 anos, não havia PCs, não havia notes, Excel nem pensar, mas este tipo de administração começou a tomar corpo nos primórdios da era cristã, em meados do século XIX (19) começaram as ações que davam mais tarde a hipótese de se implementar esse tipo de sistema, mas ainda era no papel quiçá no pergaminho. Porém hoje os sistemas são necessários sim, mas só porque eles nos permitem a velocidade necessária para acompanhar o dia a dia e nos deixam tempo para outras coisas, mas eu sou categórico ao afirmar, não compre um sistema sem dominar o raciocínio do que precisa, ou seja saiba primeiro como fazer na mão como a imagem acima, só então pode realmente escolher o sistema que precisa.

NOTA: Os PMSs que estão no mercado Brasileiro, mesmo os que dizem ter o “módulo de RM” não é real, o que eles têm é uma captação de dados que na maioria das vezes os leva a emitir balancetes com prejuízo, eles pegam dados do mercado, mas o principal que são os próprios dados eles não consideram ou sejam é algo que um dia pode vir a ser RM, mas realmente é tudo menos isso, RM não é reativo. (Além de 3 ou 4 redes Internacionais ninguém mais tem esse sistema funcionando em PMS)

 

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Gestão de restaurantes e hotelaria – parte II

Alguns grupos do setor de restauração que possuem diversos pontos de venda (lojas) com gastronomia mais elaborada e lojas com produtos mais populares revelam que apesar do aumento em sua receita, a rentabilidade das lojas está muito abaixo do que fora projetado. Segundo eles, a tendência é trabalharem na padronização, com o risco de gerar uma perda de identidade, isto acontece só que eu não chamaria de perda de identidade e sim que estariam optando por uma delas, porém a falta de rentabilidade não é porque têm vários tipos de opções e sim porque estas estão com toda a certeza mal geridas, problema de rentabilidade, vem sempre da direção, ou por ações que deveriam ser tomadas e não foram ou por insistência em paradigmas criados e que fazem questão de seguir ou ainda e simplesmente porque não há uma gestão profissional, e quanto antes esta assumir isso e procurar a solução, mais rápido deixa de perder rentabilidade. E claro que este modelo é com certeza rentável, é sempre questão de analise, mas com um diagnóstico correto a analise vai permitir o rumo de volta à rentabilidade, ou a total mudança de rumos, mas empresas ou dão lucro ou se liquidam.

Divulguei recentemente em uma matéria, números reais, estes mesmos números eu venho usando nos últimos cursos de Revenue Management, eles mostram faturamentos e índices excepcionais que davam prejuízo, isso é o que muitas vezes significa aumento de receita, quando a gestão e seja ela do que for se fundamenta na ciência do Revenue Management nenhum gestor visa o aumento de receita o que realmente perseguimos é o aumento da RENTABILIDADE é esta que nos coloca “o pão na mesa”.

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Gestão de restaurantes e hotelaria – parte I

O empresário que vai abrir um restaurante ou mesmo um hotel precisa torna-lo desejado antes mesmo de sua existência, este é um trabalho que inicia antes mesmo da abertura. Para isso, diante de minha experiência profissional, recomendo sempre que se façam Estudos de viabilidade que prevê tudo o que o mercado deseja, este estudo feito por nós, leva cerca de um mês para estar concluído, mas nele tem:

ü  Necessidades de mercado; ü  Custo de implantação;
ü  Custo de Vendas; ü  Custo de M.P.
ü  Custos de Folha; ü  Previsão de faturamento Total;
ü  Previsão de faturamento por setor; ü  Custos setorizados
ü  Planos de comercialização; ü  etc.

Após o estudo há inúmeros passos que devem ser seguidos por profissionais, sob pena de em determinado momento, começarem a ficar com falhas muito caras de corrigir. Um bom exemplo, como você vai montar uma cozinha sem conhecer os cardápios que vai usar?

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Revenue Management Consciente

CUIDADO:Se você procura um sistema de Revenue Management automatizado, não existe no mercado atual (Exceto em 3 ou 4 redes internacionais) veja se o sistema lhe fornece os dados automaticamente se não o faz não caia em armadilhas é qualquer coisa menos um sistema de Revenue Management, ele tem que estar fundamentado.

Vamos explicar a diferença entre o que se diz por aí e o que é Revenue Management e iniciemos pela discrição que Robert G. Cross o Homem que implantou os primeiros e mais seguros sistemas do Mundo diz sobre essa ciência:

Na forma mais simplificada leia apenas o grifado em Azul – isso é um print do livro de Robert G. Cross. Para quem não sabe o sistema da American Airlines o da Marriott e o da Hilton foram implantados por este senhor, o da AA levou 7 Anos para operar plenamente, o autor deste texto implantou um sistema destes fora da hotelaria, levou 1 anos e meio para funcionar plenamente, mas começa a mostrar efeitos em 6 a 8 meses, isso em qualquer tipo de empresa até 4000 funcionários.

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RevPASH – A métrica correta

Food & Beverage Revenue per Available Seats and Hour (per F&B outlet) – Receita de Alimentos & Bebidas por assentos e horas disponíveis.

Para compreender como o gerenciamento de receitas se aplica ao restaurante é sobre a compreensão de que é necessário o que você está analisando e porque, logo o restaurante está simplesmente vendendo o lugar certo para o cliente certo ao preço certo.

Na maioria das vezes os Gerentes de Alimentos e Bebidas estão analisando o número de clientes, o couvert médio (ou ticket médio) ou tantas outras estatísticas que são gerados pelo empreendimento e isto é o equivalente as analises apenas das ADR da Hospedagem sem saber qual foi à ocupação, e outras tantas como a RPSM na aviação ou SqFt nas vendas em shoping, sim porque qualquer empresa que queira lucro sempre precisa se basear no Revenue Management.

Dos meandros da administração; Uma curiosidade, a mesma métrica usada em Shoping centers Sq Sf é necessária e usada na correta e lucrativa administração hoteleira.

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Não invente desculpas

Pessoalmente não acredito em acasos, sei que no Mundo eu não sou o único, mas eu diria “em casa” porque meu sócio mais irmão que sócio Mário Cezar Nogales também não acredita, isso nos leva a procurar os motivos e fazer tudo o que está ao nosso alcance para trazer as coisas para onde somos pagos para levar – Fazer empreendimentos dar lucro. Quando conheci o Mário ele foi o terceiro até então que não achou meu slogan estranho, mas os outros dois são hoje mais velhos que eu que já tenho 12 ou 13 anos mais que o Mário isso me alegra saber que são poucos mas há uma geração não tão nova que pode levar a Boa Velha e rentável hotelaria do mestre Cezar Ritz avante, sim a hotelaria Dele não dá prejuízo, a menos que, alguém das novas gerações não siga o que Cezar Ritz ensinou.

Reparem no quadro abaixo,  meu filho encontrou no Instagram e me enviou:

Reparem que os motivos não são os que se pregam há motivos lógicos e com todo o sentido, pulamos o Netlix, eu acredito que eles se sobrepuseram por imperícia administrativa de outros.

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